O oficial da vida selvagem chegou minutos depois com alicates de corte, luvas grossas e uma caixa de transporte. Seu nome era Colin Reeves e ele se movia lentamente, falando em voz baixa ao se aproximar do bueiro. “Laço caseiro”, disse ele após uma olhada. “É ilegal se for colocada assim.” A raposa rosnou novamente, mas o som estava desaparecendo. O Dr. Maren entregou um cobertor a Colin. Ava ficou de costas com Luna, com uma mão apoiada no ombro úmido da cadela. O corpo de Luna estava quente e cansado demais, mas seus olhos não saíam do bueiro.
Libertar a raposa exigiu um trabalho cuidadoso. Colin teve que cortar o arame sem causar mais danos à perna. A Dra. Maren pegou o kit primeiro, embrulhando o pequeno corpo em uma toalha e passando-o para Ava. Ele estava frio, mas vivo. Quando o fio finalmente se rompeu, a raposa tentou se arrastar para trás. Colin a cobriu com cuidado, colocou-a no transportador e o prendeu antes que ela pudesse se machucar ainda mais.
Ava esperava alívio. Em vez disso, Luna subitamente avançou com o que restava de sua força, puxando-a para os arbustos atrás do bueiro. A Dra. Maren pegou a coleira bem a tempo. “O que foi agora?” Ava sussurrou. Colin levantou sua lanterna. Além dos arbustos, meio escondidos na lama, havia mais duas armadilhas. Uma estava vazia. A outra não estava.