O grupo diminuiu a velocidade ao chegar às árvores. Ninguém se apressou em entrar. Eles podiam vê-la agora. Ainda cavando. Mas o buraco havia mudado. Mais largo. Mais profundo. O solo ao redor parecia instável. Eles observavam os golpes contínuos do elefante contra o solo. Um dos homens mais jovens deu um passo à frente.
“Talvez devêssemos nos aproximar”, disse ele. Antes que alguém pudesse impedi-lo, ele avançou. O elefante congelou. Sua cabeça se ergueu. As orelhas se abriram. Uma trombeta aguda atravessou o ar. O homem cambaleou para trás imediatamente. O aviso foi claro. Ninguém se moveu depois disso. “Ela não vai nos deixar chegar perto”, alguém sussurrou. Rahul não respondeu.
Ele a estava observando. Os movimentos dela haviam diminuído, o cansaço o deixou admirado, mas também pareciam cada vez mais urgentes. “Ela está aqui desde a noite passada”, disse um homem mais velho. Rahul se virou. “O quê?” “Eu ouvi”, ele respondeu. “Esse mesmo som.”
Rahul olhou de volta para o buraco. Havia algo nele que não parecia certo. “Ela está tentando alcançar algo”, disse ele.