“Ela precisa ver uma saída”, disse ele ao capitão. “Neste momento, tudo o que ela vê é uma parede de pessoas.” Os bombeiros chegaram em seguida, e Elias os deteve antes que pudessem se aproximar com muito equipamento. Nada de sirenes. Nenhuma escada raspando contra a árvore. Nenhum homem gritando instruções lá de baixo. Eles colocaram uma almofada inflável de resgate sob a parte mais larga da copa das árvores, lenta e silenciosamente, para o caso de ela escorregar.
Enquanto trabalhavam, o celular de Elias tocou. Lena havia enviado fotos do zoológico. Ele as abriu e viu imediatamente: o antigo portão de serviço perto do habitat três, torcido na parte inferior onde a tempestade havia dobrado a estrutura. O cadeado ainda estava pendurado ali, inutilmente intacto. A lama cobria o chão embaixo dele, atravessado por marcas profundas de garras. Elias fechou os olhos por um segundo.