Ele zumbiu em direção aos galhos como um inseto gigante. A cabeça de Mara se virou. Uma pata escorregou e as cascas de árvores se espalharam pela calçada abaixo. A multidão ficou ofegante, o que a assustou ainda mais.
“Abaixe esse drone agora”, disse Elias. O capitão deu a ordem em seu rádio. Elias manteve seus olhos em Mara. Ela estava ofegante agora, presa entre a altura abaixo dela e o barulho ao seu redor. Eles já estavam ficando sem tempo.
Elias fez com que a polícia fizesse com que todos recuassem mais um quarteirão. Não alguns passos. Não atrás de uma segunda faixa de fita. Um quarteirão inteiro. Algumas pessoas reclamaram, mas Elias não se importou. Cada voz alta, cada flash de câmera, cada movimento repentino reduzia as opções de Mara.