Um elefante solitário fica horas a fio na floresta – quando os aldeões descobrem o motivo, percebem que é pior do que parece

Rahul não esperou mais. Ele se afastou lentamente no início. Depois, mais rápido. Só parou quando o som da escavação começou a se dissipar atrás dele. Quando chegou à borda da floresta, seu ritmo havia aumentado. A sensação não havia desaparecido. Na verdade, havia piorado. Algo não estava certo.


E ele sabia que não conseguiria lidar com isso sozinho. Ele foi direto para a aldeia. As pessoas já estavam do lado de fora. Conversando. Fazendo suas rotinas. Rahul foi direto para o grupo próximo ao poço. “Vocês precisam vir ver isso”, disse ele. Alguns deles olharam para cima. “O que aconteceu?”, perguntou um dos homens mais velhos.

“Um elefante”, disse Rahul. “Há algo errado com ele.” Isso provocou uma reação. Mas não a que ele esperava. Alguns deles riram. “Errado?”, disse alguém. “O que você quer dizer com errado?” “Provavelmente está apenas tomando banho na lama”, acrescentou outro. Rahul balançou a cabeça. “Não… isso é diferente.” Eles trocaram olhares.


Ainda não tinham certeza. Então, Rahul pegou sua câmera. E mostrou a eles. As risadas pararam. Uma a uma, suas expressões mudaram.