Depois disso, foi impossível dormir. Na manhã seguinte, Mark dirigiu até a sociedade histórica local, enquanto Sarah ficou com Luna, que se recusava a sair da cozinha. Mark passou horas percorrendo microfichas e registros de propriedades empoeirados, procurando qualquer menção à propriedade de Willow Creek. Ele descobriu que a casa havia sido construída na década de 1890 por um rico industrial, mas foi o inquilino de meados do século que chamou sua atenção: um físico em desgraça chamado Dr. Aris Thorne.
Thorne havia sido destituído de suas credenciais no final da década de 1940, depois que surgiram rumores de experimentos não sancionados realizados em sua residência particular. Os registros eram intencionalmente vagos, citando “violações de segurança” e “materiais instáveis” Um vizinho curioso da época chegou a registrar um boletim de ocorrência na polícia alegando que Thorne estava “enterrando seus erros” sob a casa apenas algumas semanas antes de desaparecer. Mark percebeu, com um choque de pavor, que a “nova” alvenaria no porão da casa não era um reparo – era um túmulo.