Quando Mark passou por lá mais tarde naquela noite, o portão lateral de Darren já estava ligeiramente aberto. Só isso já parecia incomum. Mark chamou uma vez e depois outra, mas não houve resposta. Então, ele entrou. Do lado de fora, o quintal de Darren sempre parecera caótico. Do lado de dentro, parecia… organizado.
Essa foi a primeira coisa que surpreendeu Mark. Os pneus não estavam empilhados aleatoriamente. Alguns haviam sido agrupados por tamanho. Outros estavam empilhados com mais cuidado do que ele esperava. Alguns haviam sido claramente cortados em pedaços. Havia pedaços grossos e curvos de borracha dispostos ao lado do galpão e seções bem aparadas empilhadas em pequenas pilhas que claramente não tinham sido feitas por acidente. Isso não era acumulação. Não era lixo. E definitivamente não era aleatório.
O que quer que Darren estivesse fazendo, ele estava fazendo de propósito. Mark se aprofundou no quintal, passando por entre os caminhos estreitos que se formaram entre as pilhas. Na parte de trás, ficava o velho galpão de Darren – o mesmo que ele geralmente mantinha fechado. Dessa vez, a porta estava aberta. Se houvesse respostas em algum lugar, Mark imaginou, elas estariam ali.
Mas quando ele finalmente abriu a porta e entrou… o que ele encontrou só tornou as coisas mais estranhas.