Pescador brasileiro pensou ter encontrado um monstro no rio – mas a verdade era muito mais estranha

Ele lhes contou sobre o gemido. A forma no escuro. O metal que flutuava para cima. A coisa se movendo sob a água. A batida. E a cada detalhe, o clima na aldeia mudava. Porque a verdade era que Joaquim não era o único que havia notado algo estranho ultimamente.


Um homem disse que tinha ouvido barulhos estranhos perto do banco algumas noites antes, enquanto checava as armadilhas. Outro jurou ter visto uma curva preta emergir por um segundo logo após o amanhecer, uma semana antes, mas presumiu que se tratava de madeira à deriva. Outra pessoa disse que os peixes estavam evitando aquele trecho de água há dias. Em uma hora, a história ganhou vida própria.

Quando o grupo decidiu sair e ver com os próprios olhos, ninguém mais estava chamando aquilo de madeira à deriva. Eles foram em dois barcos. Joaquim foi na frente do primeiro, embora não por escolha própria. Todos insistiam que se alguém soubesse onde encontrar a coisa novamente, seria ele.


E quando finalmente chegaram àquele mesmo trecho do rio… eles o viram.