Pescador brasileiro pensou ter encontrado um monstro no rio – mas a verdade era muito mais estranha

Na manhã seguinte, assim que o sol nasceu adequadamente e a neblina começou a se dissipar do rio, Joaquim tomou o mesmo caminho novamente. Ele disse a si mesmo que só queria provar que o que havia visto na noite anterior tinha uma explicação simples. Um tronco. Um galho.


Algum tipo de detrito flutuante. Algo comum que o faria se sentir estúpido por ter entrado em pânico. Mas no momento em que ele chegou à mesma extensão de água, algo parecia errado novamente. Estava muito parado. Normalmente, aquela área do rio estava cheia de pequenos movimentos.

Pequenos peixes tremulando perto da superfície. Insetos deslizando pela água. Pássaros se abaixando e depois fugindo para as árvores. Mas agora todo o lugar parecia estranhamente silencioso, como se o próprio rio tivesse ficado tenso. Joaquim diminuiu a velocidade do barco e olhou ao redor com mais cuidado.


Foi então que ele percebeu que não havia nenhum peixe.