Pescador brasileiro pensou ter encontrado um monstro no rio – mas a verdade era muito mais estranha

À medida que o outro barco se aproximava, a gritaria em torno de Joaquim foi se dissipando. Os homens a bordo usavam botas e luvas de trabalho, com pesadas bobinas de cabos e longos postes de metal empilhados perto da proa.


Eles olharam para os aldeões, depois para a coisa na água, e trocaram o tipo de olhar que deixava uma coisa muito clara. Eles já sabiam o que era. Sem hesitar, eles se aproximaram. Um deles estendeu a mão com uma vara com gancho. Outro desenrolou um cabo grosso.

Quando o gancho se prendeu, a “criatura” negra se sacudiu com força suficiente para fazer com que alguns dos moradores recuassem seus barcos. Mas os trabalhadores não hesitaram. Eles puxaram novamente, com mais força dessa vez.


E quando a coisa rolou apenas o suficiente para expor mais de si mesma, Joaquim finalmente viu a superfície claramente… e percebeu que não tinha o formato de pele.