Ela havia trazido sua própria documentação – os arquivos originais do noivado de Harmon, impressos, sinalizados, organizados com a precisão de alguém que vinha construindo esse caso em sua própria mente muito antes de eu entrar em contato com ela. Ela entregou a pasta a Moyá sem ser solicitada. Ela não era uma pessoa que fazia as coisas pela metade.
Ele chegou em casa às onze e quarenta e três, dezessete minutos mais cedo do que havíamos planejado. Eu estava na mesa da cozinha. Moyá estava visível. Gary abriu a porta, deu uma olhada rápida na sala e fez seu cálculo em menos de um segundo. Ele decidiu se apresentar. Ele sorriu. “Elena”, disse ele. “O que está acontecendo?”