Deslizei uma única folha de papel pela mesa. Uma cópia impressa – o documento de incorporação da G. Harmon, com a data de nascimento de Gary circulada em vermelho. Observei seu rosto. Ela não ficou surpresa. Sua expressão era complicada – reconhecimento e, abaixo disso, algo que parecia desconfortavelmente com alívio. Ela estava esperando que alguém descobrisse isso.
“Ele me disse que seu nome era Grant”, disse ela. “Grant Harmon.” Ela riu uma vez, um som curto e amargo, sem nenhum humor. “Eu trabalho com due diligence. Para ganhar a vida. Faço verificações de antecedentes de empresas para ganhar a vida.” Ela parou. “Eu não fiz nenhuma com ele.”