A fotógrafa me ligou e disse que havia notado algo muito perturbador nas fotos do casamento

Samuel não respondendo. “Estarei aí amanhã bem cedo”, disse ele. “Obrigado.” Uma longa expiração. “Sinto muito, Sr. Callahan. Sinto muito mesmo.” Ele colocou o telefone na mesa da cozinha e se sentou com a noite escurecendo ao seu redor. A vizinhança se acomodando em seus sons noturnos comuns. Tudo lá fora estava exatamente igual ao que era há uma hora.

Ele pegou o telefone mais uma vez e olhou as fotos do casamento. Diane no final do corredor, virando-se para olhar para ele. Aquele momento que ele estava repetindo há dias como se fosse algo que ele pudesse guardar. Ele colocou o telefone virado para baixo sobre a mesa e foi para a cama. O sono acabou chegando, lento e ralo, do tipo que não dá conta do recado.