Marcus assentiu lentamente com a cabeça. Olhou para o pátio com a expressão de um homem fazendo aritmética silenciosa em sua cabeça. Ray o observou. “Você o reconhece?” “Talvez. Não tenho certeza.” Ele se levantou e pegou o paletó. “Provavelmente nada. Não deixe que eu coloque uma nuvem sobre um bom fim de semana.” Ray o acompanhou até o carro e perguntou diretamente.
“Marcus. O que foi aquilo?” Marcus fez uma pausa com a mão na porta. Olhou para Ray com a expressão cuidadosa de um homem que está escolhendo o que fazer em um terreno incerto. “Eu também não tenho certeza. Ainda não consigo me situar.” Ele abriu a porta. “Deixe-me dar uma olhada em algo primeiro. Não quero dizer nada que não possa confirmar.” “Investigar o quê?”