Não tinha cartão. Sem nome. Apenas um embrulho polido e uma fita branca muito bem amarrada. Ela não havia sido empilhada com as outras. Havia sido colocada. Emma estendeu a mão para pegá-la. “Senhorita?”, disse o porteiro calmamente, dando um passo à frente. “Está tudo bem?”
“Quem trouxe isso?” Perguntou Emma. O porteiro franziu a testa. “Eu não me lembro, honestamente. Não foi entregue a mim junto com os outros.” Passos se aproximaram atrás dela. Vincent. Daniel. “Isso é meu”, disse Daniel rapidamente. Rápido demais. “Apenas… algo que eu não queria que fosse misturado.” Emma se virou.