Quando o avião começou a descer, Elise imaginou o pai dirigindo com as mãos trêmulas, as perguntas se chocando com a esperança. O veterano manteve o olhar baixo, segurando os braços do avião, como se estivesse se preparando para um julgamento que ele temia merecer.
Ele olhou para Elise com olhos cheios de desculpas. “Ele pode me odiar”, sussurrou. “Por não estar lá. Por ter ido embora.” Elise balançou a cabeça gentilmente. “Se alguém entenderá, será ele”, disse ela. “Porque a vovó entendeu.” O veterano fechou os olhos, deixando que as palavras dela o tranquilizassem.