Ele se inclinou para mais perto, com a voz trêmula. Então, sussurrou o nome completo de solteira de sua avó – de forma clara e perfeita, como alguém diria depois de anos guardando-o gentilmente na memória. Elise sentiu a respiração sair de seu corpo. Ninguém fora da família jamais usou esse nome.
“Eu não morri”, disse ele suavemente. “Pelo menos, não da forma como foi dito. Mandaram-me desaparecer. Eu a amava – sua avó – e nunca parei. Elise, você é muito parecida com ela.” O ruído da cabine se dissipou; seu mundo se reduziu ao homem sentado a centímetros dela.