Ela deu um sorriso educado, presumindo que a conversa havia chegado ao seu fim natural. Ela racionalizou que ele provavelmente a lembrava de alguém que ela havia conhecido. Como psicóloga, ela havia conversado com muitos pacientes e veteranos; talvez fosse isso que o tornasse tão familiar.
Mara bateu em seu braço, pedindo fones de ouvido, e o momento se esvaiu. Elise ficou pensando no homem, mas não queria se intrometer na vida dele. A vida era cheia dessas estranhas sobreposições, ela lembrou a si mesma. Nada mais.