“Senhora, esses gêmeos não vão embora”, disse a mulher sem-teto do lado de fora do orfanato – e tudo mudou

Ela encontrou Jessa novamente perto da parede, dobrando um panfleto antigo. “Eu sei que você verificou”, disse Jessa sem olhar para cima. “O arquivo não está se movendo.” Nina manteve o tom uniforme. “Como você sabe de tudo isso?” Jessa sorriu ironicamente. “Porque eu costumava ficar olhando para os arquivos oito horas por dia.”

“Onde você trabalhava exatamente?” Nina perguntou. Jessa acenou com a cabeça em direção ao orfanato, depois apontou para mais longe. “No escritório de uma agência privada, três ruas adiante. Mantínhamos registros para casas que queriam parecer arrumadas. Eu imprimia suas auditorias.” Ela encontrou os olhos de Nina. “Eu sei como eles operam e fazem os números se comportarem.”