“Senhora, esses gêmeos não vão embora”, disse a mulher sem-teto do lado de fora do orfanato – e tudo mudou

Jessa a encontrou uma última vez antes da audiência. “Aconteça o que acontecer”, disse ela, “não inclua a versão deles sobre mim em sua história. Deixe os números falarem. As crianças saberão um dia que alguém viu a armadilha.” Nina assentiu com a cabeça, com a garganta apertada. O relógio da votação estava correndo. O perigo não era mais abstrato.

Nina entrou na audiência de ética com o arquivo de treinamento impresso em triplicata. O painel folheou as páginas em silêncio. “Isso parece ser interno”, disse um deles. Nina respondeu com firmeza: “Ele foi deixado acessível em um terminal público. A agência monitora essas unidades – eles sabiam que eu estava lá.” Uma pausa. “Vamos analisar isso.”