“Senhora, esses gêmeos não vão embora”, disse a mulher sem-teto do lado de fora do orfanato – e tudo mudou

O guarda balançou a cabeça antes de Nina terminar. “Nada de imprensa. Nada de entrevistas.” Atrás dele, o orfanato se erguia em cuidadosos tijolos e ferro, janelas fechadas como olhos que se recusavam a encontrar os dela. Mesmo assim, ela mostrou seu crachá de imprensa. Ele sorriu. “Somos um espaço protegido.” Protegido parecia muito com lacrado.

Nina se afastou, fingindo estar olhando o celular. Os gêmeos deveriam ser uma pequena parte de sua nova série sobre sistemas quebrados. Faltavam três semanas para a votação do financiamento e o prazo final da temporada. Ela já estava atrasada. Ela estava prestes a sair quando uma voz fina disse: “Não faça isso”

Nina se virou completamente. “O quê?” A mulher sorriu, cansada, mas segura. “Porque eu conheço os gêmeos.” Ela recitou, clara como uma data: “Caso número quatro um dois sete traço B. Tuck e Mira. Eles gostam de ficar perto do canto direito da cerca” Quem era essa mulher de cabelos selvagens e como ela sabia de tudo isso?