Homem caminha 20 milhas para “trabalhar” até que um dia um policial o segue e percebe o motivo

Diminuí a velocidade da viatura e parei ao lado dele. De perto, notei primeiro o suor. Sua camisa estava escurecida nos ombros e nas costas, agarrada a ele apesar do ar frio. Sua respiração estava pesada, mas não frenética. Era o tipo de respiração que ocorre após um esforço contínuo, não por medo.

Toquei a sirene uma vez. Curto. Controlado. “Ei”, chamei pela janela. “Se importa em parar por um segundo?” Ele parou imediatamente. Sem relutância. Não se assustou. Ele se virou para mim como se estivesse esperando a interrupção. Por uma fração de segundo, seus olhos não conseguiram se concentrar, depois se aguçaram, fixando-se em mim com uma expressão neutra que parecia estranhamente distante.