Eu o forcei a colocar as mãos atrás das costas enquanto ele lutava contra mim, com o pânico saindo dele em rajadas. “Por favor, por favor, eu não peguei nada!” As algemas se fecharam, o metal mordendo seus pulsos enquanto sua força diminuía.
“Por que você fugiu?” Eu exigi, com a respiração ainda pesada em meu peito. “Por que fugir se não tem nada a esconder?” Ele balançou a cabeça com força, com lágrimas escorrendo pelo rosto. “Eu não sabia…”, ele parou, as palavras se desfazendo em si mesmas. Eu me inclinei para mais perto. “Você se lembra de mim?” Perguntei. “Da outra noite?”