Homem caminha 20 milhas para “trabalhar” até que um dia um policial o segue e percebe o motivo

“Descanse um pouco”, o sargento me disse. “Saberemos mais pela manhã.” Assenti com a cabeça, mas não fui para casa. Em vez disso, fiquei na rua e comecei a bater de porta em porta. Os bairros estavam acordando em fragmentos. As luzes das varandas ainda estavam acesas. Café sendo preparado atrás de persianas entreabertas. As pessoas respondiam de chinelos e moletons, desconfiadas, mas aliviadas por verem um uniforme.

Eu tomava os depoimentos lentamente, deixando-os falar além do nervosismo. Uma mulher disse que havia acordado porque seu cachorro não parava de rosnar. Quando olhou pela janela, viu um homem andando pela calçada como se pertencesse àquele lugar – cabeça baixa, mãos soltas ao lado do corpo, movendo-se rapidamente, mas sem correr.