O rastro pálido era água quebrada pelo gás preso que escapava pelas costuras corroídas da estrutura de ferro abaixo, forçado para cima ao longo de seu comprimento pela pressão da maré, espumando branco à medida que surgia. Na extremidade da câmara principal, a pressão era mais forte: a água girava e, nas piores manhãs, uma seção do invólucro de ferro solto era empurrada brevemente para cima antes de cair.
Quando o medo perdia sua forma fantasmagórica, o que restava parecia pior. Essa não era uma maldição da qual a aldeia podia se esconder. Tinha sido um perigo deixado no lugar, depois envolto em sussurros e ganância, porque assim ninguém teria de se responsabilizar pelo que estava acontecendo e as pessoas poderiam lucrar com a tragédia.