“Alguém estava se escondendo aqui”, disse ela em voz baixa. Harris assentiu com a cabeça, sua expressão sóbria. “Aconteceu mais do que as pessoas gostam de lembrar”, respondeu ele. “Famílias em fuga, refugiados. É mais fácil fechar as coisas depois, suponho, do que viver com a lembrança.” Ele se afastou da abertura, dando-lhe espaço
Mais tarde, quando ele saiu e as ferramentas estavam silenciosas, Lucy ficou sozinha no quarto de Emma, de frente para a cavidade exposta. O ar frio saía mais suavemente agora, como se estivesse exausto. Ela pensou nas batidas, na maneira como elas vinham em grupos, como se ecoassem movimentos dentro de um espaço exatamente tão pequeno