Arthur esperou mais um pouco, depois acenou com a cabeça rigidamente e voltou para sua casa. A dor foi pequena, mas real. Antes, os vizinhos trocavam pães, receitas, o calor das apresentações. Esses não se preocuparam nem mesmo com palavras.
Ele disse a si mesmo que isso não importava. Algumas pessoas não eram amigáveis. Ele tinha suas rosas, sua piscina, sua pescaria. Era o suficiente. Na manhã seguinte, Arthur saiu cedo para o rio. As horas passaram facilmente, a linha balançando, o chá esfriando na garrafa térmica.