“Ela tem vários nomes”, continuou o policial. “Geralmente se insere na vida dos casais. Ganha confiança. Semeia a discórdia. E, por fim, drena as finanças ou assume a identidade da mulher se ela sair de casa.” Clara sentiu o chão cair debaixo dela. “Ela estava tentando me substituir.”
O policial assentiu com severidade. “Vamos lidar com isso. Deixe-a vir amanhã como se nada estivesse acontecendo. Nós estaremos prontos.” Na manhã seguinte, Rosa chegou exatamente às 9:00 horas, como sempre fazia. Ela sorriu ao entrar. “Bom dia!” Clara manteve sua expressão neutra. “Bom dia, Rosa.”