Meu filho levou uma garotinha perdida para casa. A mulher que atendeu a porta era minha falecida esposa.

As manhãs de sábado tinham se estabelecido em um ritmo ao longo dos anos. Às sete e meia, Jack estava no andar de baixo com o café. Alguns minutos depois, Eli apareceu de calção de futebol e uma meia, já parecendo levemente ofendido com o conceito de estar acordado. Eli abriu a geladeira, olhou para ela por um momento, depois se sentou quando Jack empurrou um prato de torradas para ele.

Havia conforto nisso. Na repetição. No atrito comum da vida compartilhada. Depois de muitos anos de sobrevivência, isso era considerado paz. Jack tinha uma tarefa de hardware para fazer. Eli jogou futebol com os amigos no parque. Não era uma partida formal, apenas o caos habitual do fim de semana envolvendo uma bola, traves improvisadas e muita gritaria.