Meu filho levou uma garotinha perdida para casa. A mulher que atendeu a porta era minha falecida esposa.

“Eu pensei…” “Eu sei.” Isso foi tudo o que Jack pôde lhe dar. Willow foi para os cuidados temporários primeiro, mas ela continuava perguntando pelas mesmas duas pessoas. Eli. E Jack. Foi Eli quem disse isso primeiro. Certa noite, na cozinha, enquanto Jack secava a louça, ele disse baixinho: “Ela não deveria ter que perder todo mundo” Jack olhou para ele. E entendeu. A papelada levou tempo.

Mas, por fim, Willow voltou pela porta da frente com seu coelho em uma caixa de papelão e uma mochila grande demais para seus ombros. E, dessa vez, ninguém estava fingindo que ela pertencia àquele lugar. Ela simplesmente estava. Isso não consertou nada.