Ele poderia ter saído com um amigo, ido buscar água, tomado um atalho para a estrada por algum motivo estúpido que só faria sentido para um garoto de treze anos e mais ninguém. Mas o medo não se importava com a lógica. O medo lembrava. E Jack já tinha vivido muito tempo com o tipo de medo que nunca deixava o corpo depois de se instalar.
Ele estava na metade do caminho para o portão quando ouviu passos atrás dele. “Sr. Callahan!” Jack se virou. Era Preet, correndo em sua direção, sem fôlego. “Eu vi para onde Eli foi”, disse ele. Jack o alcançou em dois passos. “Para onde?” “Havia uma garotinha perto do portão. Ela estava chorando. Eli foi falar com ela.” “E?” Preet apontou para a rua fora do parque. “Eles saíram juntos.”