Meu filho levou uma garotinha perdida para casa. A mulher que atendeu a porta era minha falecida esposa.

O pequeno quiosque da cafeteria perto da entrada. Nada. Quando chegou ao caminho leste, ele não estava mais fingindo que aquilo era normal. Ele estava quase correndo. O caminho se curvava ao longo da linha de árvores em direção ao portão de limite, meio sombreado por velhas árvores de chuva e alinhado com bancos que ninguém usava a menos que o resto do parque estivesse cheio.

Jack examinou o caminho à sua frente enquanto se movia – o caminho, os arbustos, o trecho de terreno aberto além da cerca. Nada. Sua mente estava fazendo coisas que ele não queria que fizesse. Ainda não. Não tão rápido. Eli tinha treze anos. Ele não era uma criança pequena.