Ela confrontou Brett naquela noite, quando ele voltou do trabalho, com os documentos em mãos, colocando-os sobre a mesa entre eles. Sua voz permaneceu firme apesar dos dedos trêmulos. Ela perguntou quando ele planejava contar a ela. A pergunta ficou no ar enquanto a casa ouvia, imóvel, cúmplice na luz fraca da cozinha.
Brett ficou pálido no momento em que viu os papéis, a cor de seu rosto se esvaindo. Seus olhos se moveram rapidamente, calculando, depois pararam. Seria culpa, medo ou ambos? Parecia que isso era complicado, planejado e perigoso de uma forma que ela ainda não entendia. Será que ela já o havia entendido?