Alyssa já tinha quase chegado à sua própria fileira, alguns assentos atrás, e guardado sua pequena mala no bagageiro. Ela estava ajustando seu telefone para o modo de voo, preparando-se para se sentar, quando outro atendente apareceu ao seu lado. Mais jovem. Eficiente. Prancheta encostada no quadril.
“Com licença”, disse a atendente. “Estas fileiras já estão cheias. Para onde você está indo?” A pergunta pegou Alyssa desprevenida. Ela achava que a resposta era óbvia. Havia um assento ainda visivelmente vazio. A maioria dos outros já havia sido ocupada.