“Poderia ser territorial?”, perguntou um tratador. “Eles vivem aqui há quatorze anos”, respondeu Maria. “O comportamento territorial não começa da noite para o dia.” Outro tratador se inclinou para a frente. “E quanto a pragas? Uma toca? Cobras? Tivemos aquele problema com ratos na primavera passada…”
“Isso não é um rato”, disse Maria com firmeza. “Você deveria vê-los. Eles estão… agitados, mas concentrados. Como se estivessem defendendo alguma coisa.” Um zumbido baixo vibrou o chão sob seus pés. Não era alto, quase não existia. As pessoas fizeram uma pausa.