Ele se acalmou, só um pouco. “Ainda assim, sem a sua ligação e sem você confirmar a localização, eles poderiam ter se mudado antes que os víssemos.” Ele olhou de Sarah para Eleanor. “Então… obrigado. De verdade.”
Eleanor não conseguia falar. Ela apenas encostou a testa no ombro de Rex e apertou, com as mãos enterradas no pelo dele como uma âncora. Atrás delas, os policiais entraram no celeiro. As portas foram abertas à força. Fechaduras foram arrombadas. Os cães latiam – não em pânico agora, mas suplicando, esperançosos, alto de uma forma que soava como a primeira respiração depois de um longo tempo debaixo d’água.