“Ele está vivo”, disse o policial. “Você fez a coisa certa ao ligar.” Em seguida, sua expressão se enrijeceu, com a adrenalina ainda nítida em sua voz. “Mas também lhe disseram para não entrar. Você entende o quão ruim isso poderia ter sido?” Sarah assentiu com a cabeça, sem fôlego. “Nós entendemos.” Eleanor conseguiu um sussurro entrecortado. “Eu sei.”
A policial exalou com força, olhando para o celeiro, onde mais gritos ecoavam e o metal gritava sob os alicates de corte. “Vamos lidar com o que está lá dentro a noite toda”, disse ele. “E se você tivesse se machucado… também estaríamos vasculhando este lugar por você.”