O homem mascarado desapareceu na direção dos fundos. O terceiro homem correu para abrir o celeiro. Lá dentro, as gaiolas chacoalhavam. Os cães gritavam enquanto as portas eram arrancadas, as correntes faziam barulho, os corpos eram arrastados e carregados. Toda a operação entrou em modo de pânico. Um caminhão maior apareceu ao lado do celeiro, com o motor ligado e a porta já aberta.
Os homens se moviam rapidamente agora, puxando os cães em braçadas frenéticas. Nem todos eles. Algumas gaiolas permaneceram trancadas. Alguns cães foram deixados latindo atrás do arame enquanto o caminhão enchia. O peito de Eleanor se apertou de raiva. “O Rex ainda está lá dentro!” Sarah agarrou a manga de Eleanor, segurando-a para trás – com força. “Não faça isso”, ela sussurrou.