Depois, a voz de Marcus, calma e mortal. “Saia.” Sarah se levantou primeiro, com as mãos à mostra. Eleanor se forçou a ficar de pé ao lado dela. O homem mascarado deu um passo à frente. O terceiro homem ficou parado perto da porta, observando a mata como se já estivesse pensando em rotas de fuga.
Os olhos de Marcus passaram por eles – primeiro a irritação, depois algo mais frio. “Arrumem tudo”, disse ele aos outros dois, sem levantar a voz. “Peguem o caminhão. Carreguem o máximo que puderem.” O sangue de Eleanor ficou gelado. “Não…” Marcus não olhou para ela. Ele não precisava. A ordem já estava se movendo.