Lá dentro, as vozes se elevaram – rápidas, irritadas. Passos. A porta do celeiro se abriu com um rangido. Um dos homens saiu e examinou as árvores. Outro o seguiu, dando uma volta maior, verificando o chão como se esperasse pegadas. Eleanor prendeu a respiração até seus pulmões arderem. Suas mãos artríticas tremiam contra a terra.
Os homens pararam perto da esquina. Perto o suficiente. Depois se afastaram, aparentemente satisfeitos. Eleanor se mexeu para se mover – o mais rápido que pôde – e foi então que seu calcanhar bateu em uma vara. Um estalo. Seguido de silêncio.