“Vamos”, murmurou Sarah. Quando o semáforo finalmente mudou, elas passaram e pegaram a próxima curva que o rastreador exigia – mas um caminhão de entregas entrou na pista delas, forçando-as a engatinhar. Eleanor observou o ponto deslizar para frente, ultrapassando-as, fazendo curvas que elas ainda não conseguiam ver. “Estamos perdendo o controle”, disse Eleanor, com a voz fraca.
“Não estamos”, disse Sarah – e depois se acalmou imediatamente. “Não estamos. Apenas continuem observando.” Foram necessários mais dez minutos para que o sinal se alinhasse com o mundo real. O ponto diminuiu a velocidade. Saiu de uma estrada principal. As ruas foram ficando mais estreitas – menos prédios, menos placas – até que o mapa ficou quase todo verde. Bosque. Eleanor ficou com o estômago apertado. “Por que eles estão indo para lá?”