“Foi um erro meu. Lugar errado.” Ele deu um passo para trás. “Desculpas.” E saiu tão bem quanto havia chegado. A porta se fechou com um clique. Eleanor exalou com dificuldade. “Aquele não parecia ser o lugar errado.” Os olhos de Sarah se voltaram para a mesa – ainda carregando. “Não”, disse ela em voz baixa. “Não parecia.” Ela colocou o scanner no chão. “Café”, disse ela. “Dois minutos. Depois verificamos o que o código puxa.”
Na cozinha da equipe, o café tinha gosto de queimado e era reconfortante, como as velhas rotinas eram. Eleanor segurou a xícara de papel com as duas mãos, deixando que o calor acalmasse seus dedos trêmulos. “Continuo esperando para acordar”, sussurrou ela. “Eu o imaginei voltando e nunca…” A expressão de Sarah se suavizou. “Fico feliz que seja real”, disse ela. “Sei como tem sido solitário.”