“Tudo bem”, ela murmurou. “Vamos ver a Sarah.” Rex se levantou imediatamente. Não estava confuso. Pronto. Ela abriu a porta do carro. Ele não entrou. Passou os olhos por ela. Ainda assim. Alerta. Um lampejo de inquietação passou por ela. Ela seguiu o olhar dele. Uma van estava agora no final do estacionamento. Branca. Sem identificação. Motor ligado. Não estava lá quando ela chegou. Ou talvez estivesse.
A janela do lado do motorista refletia a luz do sol com muita nitidez para se ver através dela. O veículo não estava estacionado em uma vaga. Estava ligeiramente inclinado, com o nariz apontado para a fileira dela. Esperando. Rex se aproximou da perna dela, com o corpo sutilmente inclinado entre ela e a van. Seu pulso acelerou. “Não faça isso”, sussurrou ela, sem saber se estava se referindo à van ou a si mesma.