Sua mandíbula se contraiu. “Eu costumava sinalizar os desequilíbrios”, disse ela. “Você me dizia que eu me preocupava demais. Que o crescimento exigia confiança.” Os olhos dela se fixaram nos dele. “Então eu parei de insistir. Mas nunca parei de contar.” “Você não sabe do que está falando”, retrucou Vincent. “Eu sei”, respondeu Alexis calmamente. “
E se minha matemática estiver certa, a empresa nunca ganhará o suficiente para desfazer o que você já tirou dela.” As portas do elevador se abriram. Ela entrou. “Aproveite o que você ganhou”, disse ela. “Você está pagando por isso agora.” O metal os separou. Vincent ficou ali, olhando para seu reflexo nas portas do elevador muito tempo depois de elas terem desaparecido de vista.