Ela ainda tinha permissão para ir ao escritório. Tecnicamente. Mas não havia mais nada para ela fazer. Foi quando se deu conta: ela não estava se divorciando. Ela estava sendo removida. Ela disse a si mesma que nada disso importava. Nem o dinheiro. Nem a casa. Nem os negócios.
Ela não se importava com a riqueza que eles haviam construído ou com a vida que todos invejavam. Ela só queria ele. O homem com quem ela havia se casado. O parceiro que ela acreditava ainda ter, em algum lugar sob a frieza, o ego e a súbita crueldade. Ela tentou conversar com ele.