Não foi durante uma briga. Não houve gritos. Não houve lágrimas. Ele a sentou à mesa da cozinha em uma terça-feira à noite e falou como se estivesse delineando um acordo. “Eu quero sair”, disse ele. “Não fui feito para a vida de casado. Não gosto de ser monitorado o tempo todo.”
Ela o encarou. “Monitorada?” “Quero liberdade”, ele continuou. “E quero o negócio. A casa. Os carros. Eu construí tudo isso.” Algo dentro dela estalou. “Você construiu tudo isso?”, disse ela. “Sozinho?” Ele não hesitou. “Sim.”