Ela cuidava de seu marido deficiente diariamente – até que verificou as câmeras.

O estômago de Julie se apertou. “No andar de cima?” A Sra. Kline acenou rapidamente com a cabeça, como se quisesse dizer isso e terminar. “Perto daquela janela lateral – a que abre bem. Apenas uma sombra passando, depois a cortina se moveu. Pode não ter sido nada. Pode ter sido uma luz. Eu só pensei… Marcus não pode ir até lá, então você gostaria de saber.”

Julie manteve o rosto firme, mas sua pulsação começou a subir. Aquele era o quarto. O quarto vago com o equipamento de treinamento. A janela que ela encontrou mal fechada no meio da noite. Ela forçou um sorriso e disse: “Provavelmente não foi nada”, porque era isso que você dizia quando a alternativa fazia sua garganta fechar.