Discutimos muito depois de ela ter trancado a porta do quarto. Martin queria dirigir até a cafeteria e confrontar Graham cara a cara. “Isso acaba agora”, disse ele. Eu balancei a cabeça. “Se você insistir, ela só vai fugir ainda mais. Nós a perderemos completamente, você não vê isso?” Minha voz tremia de pavor.
Tentamos recuperar o controle da única maneira que sabíamos: regras. Um toque de recolher mais rigoroso, checagens diárias por texto e avisos sobre como nos manter informados. Nora acenou educadamente com a cabeça, mas a obediência era tênue como papel. Ela seguiu apenas o suficiente para evitar uma rebelião aberta, mas nada mais.