Um bilionário aposta um milhão de dólares para que ninguém consiga acalmar seu cachorro – uma jovem sem-teto (19) prova que ele está errado

Cinco minutos. Depois, dez. O som no peito do Titã desapareceu. Sua postura mudou – um ombro caiu, depois o outro. Suas orelhas se inclinaram um pouco para fora. Wren não havia se movido, falado ou estendido a mão. Ela estava simplesmente presente no espaço do cão, como um fato que ele tinha de aceitar.

Aos quatorze minutos, Titan se sentou. Em três anos, o cão nunca havia se sentado voluntariamente perto de um estranho. Ele olhou para Wren e soltou um longo suspiro pelo nariz – algo quase como um suspiro. Titan era um cão que estava chegando, com muita cautela, à possibilidade de que a quietude fosse segura.