A ideia de Elias Boone fazer uma visita ao banco sozinho sempre pareceu um pouco absurda para os dois – e ela teria sido a primeira a dizer isso, não de forma indelicada, apenas com sinceridade, do jeito que ela dizia tudo o que importava.
As contas, a papelada, as ligações telefônicas com pessoas que usavam palavras como liquidez e portfólio tão casualmente quanto Elias usava palavras como solo superficial e chuva. Ela tinha uma mente afiada e organizada, e Elias confiava totalmente nela com todos os números que não estivessem relacionados a custos de sementes ou área cultivada.